Dra Fernanda Philippi | Tratamento Sinusite Crônica Florianópolis
Tratamento da Sinusite Crônica Florianópolis. Caracterizada pela permanência da inflamação nasal/seios da face e dos sintomas da sinusite, como dor na face, dor de cabeça e tosse por, pelo menos, 12 semanas consecutivas. Saiba mais.
Sinusite crônica, inflamação nasal
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Sinusite crônica
(rinossinusite crônica)

Sinusite Crônica – Dra Fernanda Philippi

A rinossinusite crônica é caracterizada pela permanência da inflamação nasal/seios da face e dos sintomas da sinusite, como dor na face, dor de cabeça e tosse por, pelo menos, 12 semanas consecutivas.

Esta enfermidade pode ser causada por bactérias resistentes, pelo manejo inadequado de uma infecção aguda de vias aéreas superiores – com persistência da inflamação, por alterações anatômicas do nariz que favoreçam as infecções, ou por condições imunológicas próprias do paciente.

Classificação da rinossinusite crônica

A rinossinusite crônica é classificada em dois grandes grupos:

  1. Rinossinusite crônica SEM polipose nasossinusal
  2. Rinossinusite crônica COM polipose nasossinusal

Considera-se rinossinusite crônica o quadro de inflamação da mucosa do nariz e seios paranasais com persistência mínima de 12 semanas (3 meses). Deve ser diferenciado das rinossinusites agudas de repetição (recorrentes).

O quadro clínico consiste em: obstrução nasal em graus variados, alterações do olfato, rinorreia retronasal (gotejamento pós nasal), tosse, pressão facial e fadiga crônica. Outros sintomas menores são: cefaléia, mau hálito dor na arcada dentária, dor ou pressão nos ouvidos.

A rinossinusite crônica com ou sem pólipos nasais pode estar associada a outras condições clínicas tais como: asma, fibrose cística, intolerância ao ácido acetilsalicílico, discinesia ciliar, tabagismo, poluição e imunodeficiências.

A sinusite crônica é caracterizada pela permanência da inflamação nasal/seios da face e dos sintomas da sinusite, como dor na face, dor de cabeça e tosse por, pelo menos, 12 semanas consecutivas.

Ela pode ser causada por bactérias resistentes, pelo manejo inadequado de uma infecção aguda de vias aéreas superiores – com persistência da inflamação, por alterações anatômicas do nariz que favoreçam as infecções, ou por condições imunológicas próprias do paciente.

Classificação da sinusite crônica

A rinosinusite crônica é classificada em dois grandes grupos:

  1. Rinossinusite crônica SEM polipose nasossinusal
  2. Rinossinusite crônica COM polipose nasossinusal

Considera-se rinossinusite crônica o quadro de inflamação da mucosa do nariz e seios paranasais com persistência mínima de 12 semanas (3 meses). Deve ser diferenciado das rinossinusites agudas de repetição (recorrentes).

O quadro clínico consiste em: obstrução nasal em graus variados, alterações do olfato, rinorreia retronasal (gotejamento pós nasal), tosse, pressão facial e fadiga crônica. Outros sintomas menores são: cefaléia, mau hálito dor na arcada dentária, dor ou pressão nos ouvidos.

A rinossinusite crônica com ou sem pólipos nasais pode estar associada a outras condições clínicas tais como: asma, fibrose cística, intolerância ao ácido acetilsalicílico, discinesia ciliar, tabagismo, poluição e imunodeficiências.

Como é realizado o diagnóstico da sinusite crônica (rinossinusite crônica):

O diagnóstico é realizado através da história clínica do paciente (sintomas) associado a achados no exame físico realizado no consultório e complementado com exame radiológico, quando necessário.

Durante a consulta otorrinolaringológica, é possível um exame direto e detalhado das cavidades nasais através de um exame  de simples execução, chamado de videoendoscopia nasal (com delicados endoscópios rígidos ou flexíveis). Este exame é realizado com o paciente acordado, após anestesia tópica em forma de spray. Busca-se avaliar o aspecto da mucosa nasal, presença de secreção purulenta na cavidade nasal, presença ou não de desvio de septo nasal, presença de pólipos nasais, crostas ou sinais de sangramento recente.

Pode-se complementar a análise do caso através de um exame radiológico, sendo sendo a tomografia computadorizada de seios da face o exame de preferência.

 

A tomografia de seios da face é importante método diagnóstico para avaliar a extensão da doença, quais os seios acometidos, presença de pólipos nasais,  presença de cistos dentro dos seios da face (cisto de seio maxilar), bem como particularidades anatômicas em pacientes candidatos à cirurgia de seios paranasais (sinusectomia). A tomografia é muito útil para demonstrar outras causas primárias que possam estar perpetuando a inflamação crônica, tais como os tumores nasossinusais. Importante ressaltar que a severidade dos sintomas de um paciente com rinossinusite crônica nem sempre corresponde à severidade dos achados no exame tomográfico. Por isso, a avaliação do exame de imagem deve sempre levar em consideração as queixas do paciente além dos achados de exame físico das cavidades nasais.

 

O tratamento da rinossinusite crônica com ou sem polipose nasal pode ser clínico/medicamentoso ou cirúrgico. Saiba mais

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