Dra Fernanda Philippi | Tratamento da Rinite Alérgica Florianópolis
Tratamento da Rinite Alérgica. Em uma crise de rinite alérgica, a pessoa pode apresentar obstrução nasal, coriza, espirros e coceira no nariz. Saiba mais sobre os sintomas e tratamentos.
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Rinite alérgica

Rinite Alérgica – Dra. Fernanda Philippi

O nariz possui um mecanismo de defesa complexo visando à proteção dos pulmões. Se alguma substância tóxica ou estranha entrar em contato com o nariz, ele irá desencadear uma resposta (reação), para evitar que esta substância chegue até os pulmões. Estas respostas são obstrução nasal (bloqueando espaço para a passagem da substância tóxica/ estranha), espirros e coriza, na tentativa de remover a substância.

Nos pacientes com rinite alérgica, estes mecanismos de defesa (imunológicos) são exagerados, ou seja, uma pessoa alérgica é hiper-reativa a determinadas substâncias que numa pessoa normal despertariam pouca ou nenhuma resposta.

O sistema imunológico de um paciente alérgico é hiper-reativo às partículas irritantes inalatórias, e esta condição tem características genéticas (herança familiar).

Estudos demonstram que a rinite alérgica não controlada pode levar a uma perda de produtividade no ambiente de trabalho e escolar, bem como a altos índices de absenteísmo, daí a importância de seu manejo adequado. 

Algumas condições clínicas podem estar associadas à rinite alérgica:

*Fonte: International Consensus Statement on Allergy and Rhinology – Executive Summary. 2018. 

Medidas de controle ambiental para rinite alérgica

As crises de rinite alérgica podem ser amenizadas com alguns cuidados, entre eles:

  • O quarto onde dorme o paciente alérgico precisa ser um cômodo bem ventilado e ensolarado.
  • O estrado da cama deve ser limpo duas vezes por mês.
  • Roupas de cama e cobertores devem ser trocados e lavados regularmente em altas temperaturas (acima de 55 graus). Deixar secar ao sol ou ar quente.
  • Manter os filtros dos aparelhos de ar condicionado sempre limpos. Se possível, limpeza manual mensal.
  • Na limpeza do banheiro e cozinha, dar preferência para pastas e sabão em pó, evitando talcos, perfumes e desodorantes, principalmente na forma de spray.
  • Evitar o uso de vassoura e espanadores durante a limpeza da casa. Indica-se passar pano úmido diariamente na casa ou uso de aspiradores de pó com filtros especiais duas vezes por semana.
  • Afastar o paciente alérgico do ambiente enquanto se faz a limpeza.
  • Camas e berços não devem ser justapostos à parede. Caso não seja possível, colocar junto à parede sem marcas de umidade, ou a mais ensolarada.
  • Ambientes fechados por tempo prolongado (casa de campo ou de praia) devem ser arejados e limpos pelo menos 24 horas antes da entrada dos indivíduos com alergia respiratória.
  • Evitar tapetes, carpetes e cortinas nos quartos. Dar preferência a pisos laváveis (cerâmica, vinil e madeira) e cortinas do tipo persianas ou de material que possa ser limpo com pano úmido.
Quando buscar ajuda médica

Em casos de sintomas persistentes de rinite, uma consulta médica com otorrinolaringologista é indicada. O tratamento medicamentoso costuma ser escalonado de acordo com a severidade e tempo de duração dos sintomas, podendo evitar complicações como sinusites e otites, além de trazer um alivio ao paciente com a melhora da respiração nasal e consequente melhora na qualidade de vida.

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